filhos da Mãe da Divina Graça

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Olá! Nós somos os Seminaristas da Diocese de Parnaíba - PI.

Este site tem como objetivo promover uma interação entre nós seminaristas e você que aposta nas vocações sacerdotais. Aqui você pode ficar sabendo as notícias que dizem respeito as vocações sacerdotais de nossa diocese, acessar nosso album de fotos, conferir as atividades que realizamos, além de poder ler todos os dias artigos escritos por cada um de nós seminaristas e também se comunicar conosco!

 

Palavras-chave

 DIA 14 DE MAIO-A técnica um bem ou um mal?

 

            A técnica tornou-se de tal forma indispensável e necessária para a vida do homem que ele não mais concebe a possibilidade de viver sem ela. Hoje, ela está presente em nosso cotidiano em nossa vida, desde as formas mais simples até as mais complexas.  A técnica foi necessária para a sobrevivência do homem, mas com o desenvolvimento tecnológico, com as duas guerras mundiais, com os massacres em massa, pode se perguntar até que ponto ela (a técnica) é uma contribuição positiva para a história da humanidade?

            O mito do Prometeu, dos diálogos de Platão (grande filósofo antigo), conta que o herói Prometeu, roubou dos deuses o segredo do fogo para dá-lo ao seres humanos, ao entregar aos homens o fogo, o segredo da técnica, no entanto, não lhe deu também a arte de administrá-la, que constitui o cerne desta questão. O Prometeu arrebentou as corretes, e está solto.

             A potencialização do sujeito que agora é princípio de determinação absoluto como nos define Descartes (filósofo moderno) e a desvalorização da natureza que não tem uma finalidade em si, só o homem é fim em si mesmo, como postula Kant (filósofo da modernidade), caracterizam a idade moderna.

            Portanto, desde a antiguidade o homem acredita no domínio sobre a técnica e cultivou por ela uma profunda admiração. A técnica indubitavelmente contribuiu para melhorar a forma de vida do homem. Nos primórdios da modernidade, foi onde se expressou o apogeu da potencializarão do sujeito e a técnica se apresenta como forma de dar poder ao sujeito, ela é, portanto, sua servidora. Heidegger, filósofo alemão contemporâneo, foi o primeiro a fazer essa denúncia, e para ele a história do Ocidente é a história do esquecimento do Ser. O Ser oculta-se na técnica, e refletir sobre sua essência é revelar o Ser.

             Este foi o meu estímulo para escrever o TCC que fora apresentado ao final do curso de Filosofia no Instituto Católico de Estudos Superiores do Piauí (ICESPI), espero que o leve a refletir. O que é a técnica? Ela tem uma essência? Será que aquilo que outrora nos ajudava não está chegando ao estremo de dá poder ao homem? O homem é algo mais que a técnica?

                                                                    Jeremias de Oliveira Lima

                                                                       I período de Teologia

                                                                 Paróquia Nossa Sra. Do Carmo

                                                                         Domingos Mourão 

 DIA 14 DE ABRIL - TINHA MEDO DE QUEM REZAVA

Parece estranho mais é pura verdade, eu tinha medo de quem rezava missa e usava batina. Mesmo que achasse bonita aquela roupa e aquelas cerimônias o medo sempre estava presente. Em tempos atrás eu não conseguia me aproximar de padre, pois tinha trauma por causa dos dizeres do povo de que os padres eram pessoas briguentas e valentes. Ora até mesmo na catequese se dizia isso. Em nome de certo respeito, se fazia medo as crianças, e assim eu fui crescendo e ouvindo esse tipo de chavão “fique calado, o padre briga”. Até que um dia fiquei sabendo que tinha um irmão que estudava para ser padre. pensa que o medo acabou com essa possibilidade? Nada.  Permaneceu até pouco tempo, quando eu também me senti chamado para o mesmo oficio. Depois que passei a conviver com os padres o medo foi desaparecendo e hoje me sinto totalmente libertado dessa violência que me fizeram quando criança. Mais o pior é que ainda continuam ensinando as crianças algo negativo sobre os padres. Na catequese familiar e eclesial ainda é muito comum se ouvir dizer para as crianças que se não fizer silencio o padre vai brigar com ela, como se o padre fosse um tirano que puni as pessoas. Diante desses dados vamos fazer diferente, façamos uma catequese que mostre a verdadeira face de Cristo e de seus seguidores e que não devemos ter medo de que reza, pois que reza, ama e quem ama só faz o bem.      


Luís Gomes de Oliveira                        

 

 

 

 

 

 DIA 08 DE ABRIL - A Quaresma nos dias atuais

 Estamos vivendo mais uma vez o Tempo Quaresmal, esse tempo de profunda preparação para a nossa maior festa: a Páscoa.

Neste período, devemos procurar viver aquilo que Nosso Senhor nos pede, por meio da oração, do jejum, da caridade e da penitência. Só que hoje, infelizmente, a Quaresma não é mais vivida com a maior profundidade e espiritualidade como nos tempos passados. Não que a Igreja não impulsione o povo a viver a Quaresma, mas porque a mentalidade que o mundo de hoje nos passa é bem diferente daquilo que deveria ser vivido por nós cristãos. Hoje, o mundo através dos mais diversos meios, vem nos dizer que viver aquilo que a Quaresma nos pede é do passado, é caretice...

É triste ver que em muitos lugares não se vive mais este tempo com um tempo de oração, de conversão, enfim, um tempo de refletir sobre os mistérios da nossa fé.No passado, este período do ano era esperado, e nele se praticavam as mais diversas formas da religiosidade do nosso povo. Eram procissões, vias-sacras, penitencias... Tudo isso, foi ao longo dos anos se perdendo e deixando uma grande lembrança para quem viveu. Mesmo ainda existindo, essas práticas piedosas da fé do povo não tem importância para as novas gerações. Ainda são vividas em muitos lugares, mas não são tem mais o mesmo vigor que antigamente.É preciso que nos convertamos e vivamos verdadeiramente aquilo que este precioso tempo nos permite viver, pois é bonito quando nós nos reunimos para celebrar e viver e nossa fé. Que Deus nos abençoe. Uma feliz e santa Páscoa a todos! 

Seminarista Hilderlan Oliveira

CURSANDO O I PERIODO DE FILOSOFIA
 

DIA 06 DE ABRIL – O HOMEM É UM ANIMAL

O homem é um animal que diferente dos outros tem a capacidade de “criar as coisas” ou destruir. Caminhando ele, à luz da razão que pode levá-lo  a um longo caminho trilhado com maturidade, compreensão e acolhimento ele pode ser um ótimo da criação. Do contrário, caminhando nas trevas do autodomínio, da soberania e da falta de acolhimento ele pode ser um péssimo modelo da criação e fazer muito mal a ela.

O que nos entristece é que quando ele  escolhe este ultimo modelo e a seu bel prazer acolhe-o como se fosse aquilo que fará os outros felizes, ele se torna o destruidor de tudo aquilo que não é capaz de fazer.

Assim também, o homem que se alegra com a derrota dos outros não pode gozar plena felicidade, pois, a medida que ele possui uma visão errada do seu semelhante , inconscientemente aos poucos ele discrimina a união com os outros e semeia ao mesmo tempo a desunião com aquele  da qual tirou uma visão destorcida, fazendo com que a felicidade não reine na comunidade.

Conforme tal situação chegue acontecer, não tenhamos dúvidas de que aquele que se arma de maldade, inveja, mentira, fofoca e falta de caridade para com seu próximo está sendo usado pelas artimanhas do maligno para destruir toda harmonia de uma pessoa, grupo ou mesmo de uma comunidade.

Seria louvável que ninguém difamasse e exterminasse a vida do seu semelhante. Fica bem claro que  por trás de qualquer dano a alguém, ou a qualquer grupo, aí está a armadilha do maligno fazendo com que o homem da paz, da comunhão e da alegria sejam sufocados e passa e passe a reinar a semente da discórdia, da desunião e da falta de caridade, no coração daqueles que pensam diferente daquilo que se aproxima da verdade.

O home como animal que pensa tem a capacidade de opinar, de discernir e fazer, mas quando ele escolhe, alimentado pelo desejo de ter e dominar, fazer o mau a seu próximo, automaticamente ele está eliminando um relacionamento que ainda tem a possibilidade de ser harmonioso e edificante, de um grupo congregado.

Caso tenha alguém possuído pela artimanha do maligno, deve-se buscar força naquilo que nos orienta a Sagrada Escritura: o jejum, esmola e oração. Pois só assim, diante de tal situação, vejo uma das maiores possibilidades de mudança, sendo que estas devem acontecer apartir de uma decisão pessoal e satisfatória, trazendo de volta os valores consistentes e confiantes daquilo que pretendemos almejar. Assim vamos percebendo que a vida é sempre uma caminhada rumo ao vosso autoconhecimento e valores que recebemos como dom de Deus.

Seminarista Francisco José Ferreira 

CURSANDO O I PERÍODO DE TEOLOGIA

 

DIA 05 DE ABRIL – EVANGELHO DO DIA ( JO  5, 1-16 )

No evangelho de hoje vemos mais um dos milagres que Jesus fez na terra dos judeus. Jesus se comoveu com a situação de um homem, que se encontrava enfermo há muito tempo. O pobre homem não tinha ninguém que o ajudasse a ir até a piscina de Betesda, que era conhecida como fonte de cura para os que nela tomassem banho. Jesus teve piedade do homem e ordenou-o que se levantasse e pegasse sua cama, pois ele já estava curado.

Os judeus começaram a perseguir Jesus porque tinha realizado milagre em dia de sábado. Mas o Filho do homem é maior que o sábado, como o próprio Cristo assim falou.

Podemos nos questionar agora: Será que também estamos doentes como esse homem?

Muitas vezes Jesus bate na porta do nosso coração e nós fechamos, para não escuta-lo. Mas como o seu amor é muito maior que o nosso orgulho, Ele nos dá novamente uma oportunidade para não percarmos. Jesus nos diz  hoje da mesma forma que disse ao homem que foi curado: “ Não peque de novo para que não lhe aconteça alguma coisa pior.” ( JO 5, 14 )

Vivamos a quaresma como tempo de preparação para a vinda do Cristo ressuscitado. Deus os abençoe!

 

   Seminarista Francisco das Chagas da Silva Carvalho          CURSANDO O I PERÍODO DE FILOSOFIA 

DIA 04 DE ABRIL - POR QUÊ?

Por que não enfrentar as turbulências ocorridas durante o percurso da vida de maneira racional e com respeito por todos? Por que não aumentar o circulo de amizades e de amores sem vistas aos bens matérias, apoiando-se unicamente no prazer da afeição? Por que não assumir os erros, tentar corrigir os defeitos, retribuir os bons sentimentos e conviver com as diferenças sem receio? Isto é viver simplicidade, é construir um caminho de igualdade, é extinguir o preconceito.

 

                   Seminarista Francisco de Assis Candeira

                        CURSANDO O I PERÍODO DE FILOSOFIA

 

DIA 03 DE ABRIL-  SUBJETIVIDADE E COMUNICAÇÃO

As novas tendências da comunicação exigem cada vez mais a participam do sujeito como um agente ativo no processo de comunicação. Vale ressaltar ainda mais este argumento a partir de uma leitura filosófica do subjetivismo contemporâneo. O subjetivismo desenvolvido na Idade Moderna e com respaldo na contemporaneidade é a tendência filosófica fruto do relativismo e da própria maneira de pensar na Idade Moderna. A supervalorização da razão e o advento do desenvolvimento tecnológico trouxeram a idéia da resolução dos grandes problemas humanos.

A instauração dos sistemas totalitários e a Segunda Guerra Mundial provocaram a depressão e a quebra do otimismo da razão e afirmou-se assim o subjetivismo como uma corrente de valorização do sujeito e desvalorização do objeto. Fez-se uma volta para subjetividade em detrimento da objetividade e definiu-se assim a filosofia do sujeito. A valorização de tal sujeito redescobre o homem como protagonista de mudanças, mas o problema é a supervalorização.

Essa visão filosófica torna claro o subjetivismo e nos leva a perguntar: O que a comunicação tema a ver com isso? A comunicação é feita de sujeito para sujeito, e essa é a primeira verdade clara que temos do processo comunicativo. No conceito mais básico de comunicação dizemos que existe interação quando se comunica uma mensagem de alguém para alguém.

 O sujeito é protagonista da comunicação em vista que a televisão, o rádio, o jornal, a internet, etc., são meios de veiculação da mensagem. A qualidade da mensagem vem do emissor que precisa, entre outras qualidades, ter uma leitura clara da realidade social e do que o outro (comunidade) deseja escutar. Aprendemos tradicionalmente a comunicação acontece assim: emissor/mensagem/receptor. Isso denota quem domina o conteúdo e que recebe a mensagem.

Os novos modelos de comunicação, apoiados com as novas teorias da comunicação como a teoria da recepção, propõem de maneira muito ousada o contrario do modelo tradicional: receptor/mensagem/emissor. A grande pergunta é: quem faz a TV, o rádio, o jornal, a internet? Respondemos que é o sujeito e isso muda a elaboração do conteúdo veiculado porque considera o outro como participante ativo. Aqui está mais um dos grandes desafios da comunicação mediada pelos veículos: fazer com que as grandes massas de receptores se tornem também emissores.

A comunicação precisa considera o outro como sujeito importante. A participação do receptor/sujeito é garantida pela própria Constituição Brasileira no seu Artigo 222 e pela Lei das Concessões Públicas. O conteúdo veiculado pelos meios alimenta cada vez mais a subjetividade egocêntrica exigindo assim, a participação dos receptores/sujeitos através do controle social da mídia coma criação de políticas públicas para a comunicação.   

      Seminarista Raimundo José Ribeiro da Silva 

                             cursando o V período de filosofia 

 

 

DIA 02 DE ABRIL - CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2011

Neste ano a Campanha da Fraternidade ( C.F.). nos convoca como povo de Deus a voltarmos o nosso olhar para a realidade do nosso planeta, “que geme em dores de parto.” (Rm 8,22). Com essa campanha a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) quer que juntos como Igreja trabalhemos para mudar essa realidade pela qual passa o planeta. A campanha é trabalhada na quaresma para significar uma preparação para a celebração da Páscoa, que é a passagem da morte para a vida.

Portanto, nós como verdadeiros cristãos devemos mudar nossos atos para fazer o planeta renascer para uma vida nova, vida de preservação. E como podemos fazer isso? Isso poderá ser feito se começarmos com pequenos atos, por exemplo: economizar água, energia, não poluir os rios, não jogar lixo nas ruas, etc. Não podemos mudar o mundo, mas, podemos educar os nossos atos.

                                                                                                                                         Seminarista Agnaldo Oliveira Silva  

                           Cursando o III período de Filosofia

 

 1º de abril dia da VERDADE!

 

 

 Quem nunca ouviu falar que o primeiro dia do mês de abril é considerado o dia da mentira? Ou então quem nunca caiu em uma “mentirinha só de brincadeira”?  Uma cultura mentirosa se forma a ponto de persuadir uma sociedade inteira, utilizando de valores inversos aos conceitos que foram passados desde os primeiros cristãos.  A mentira não é uma coisa construtiva, ela destrói e aliena aos que dela usam. Já dizia Gandhi: “assim como uma gota de veneno compromete um balde inteiro, também a mentira, por menor que seja, estraga toda a nossa vida.” Não podemos mais viver naquilo que o Papa Bento XVI chamou de “ditadura do relativismo”. Nós cristãos católicos devemos mostrar que essa realidade não condiz com aquilo que acreditamos, precisamos testemunhar a VERDADE. Mas talvez você se pergunte: o que é a verdade? O próprio Jesus Cristo nos responde: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida" (João 14:6). Vamos mostrar ao mundo que viver esta VERDADE vale à pena, e que ser cristão ainda hoje é uma atitude de quem luta por um mundo mais justo e fraterno. Nós precisamos andar por este CAMINHO, sempre direcionados por esta VERDADE que nos conduz à verdadeira VIDA. Que Deus nos ajude em nossa caminhada rumo à santidade e que Maria Santíssima, a mulher que carregou sempre consigo a VERDADE, interceda por nós junto ao seu filho Jesus. Deus os abençoe!

                                                                                                                         Seminarista Akyciel Farias

                             Cursando o I período de Filosofia

 

 

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